Bem, ainda não desmaiei e estou acordado, mas não raciocinando muito. Qualquer erro, me avisem.

Como dito antes, acordei às quatro e estou elétrico até agora. Até tentei dormir durante a viagem, mas não deu porque fui conversando com o Vagner até o Planalto. Chegamos cedo e acabei indo direto para empresa, pois se deitasse não levantaria mais.

Por conta do horário, pegamos um pouco de trânsito e, depois de uns congestionamentos, fui largado na região da Paulista onde pegaria o Metrô.

A região, que é o coração da economia do Brasil, impressiona. Não só pelos seus edifícios, antenas e correria para lá e para cá, mas pela quantidade de mulher bonita por metro quadrado. Isso às 6:50 da manhã!

Fui até a estação da Consolação e lá reparei uma coisa preocupante. Essas estações da Linha Verde são as mais novas, mas parece que foram construídas há anos, por conta das inúmeras infiltrações e rachaduras vistas no local. A Azul e a Vermelha, que são bem antigas, não possuem esse problema. Sem contar que faz um calor desgraçado nessas estações, independente do horário.

Vendo isso, dá para imaginar por que aconteceu o desastre do buraco e o que pode acontecer no futuro por conta da qualidade dos serviços públicos de hoje em dia.

Como não sou engenheiro técnico, voltemos ao assunto principal.

Na estação, vi todo o tipo de criatura divina perfeita por centímetro quadrado que se pode imaginar. Pode parecer exagero (tem gente que diz que há pessoas que ficam bêbadas de sono, se os efeitos forem os mesmo…), mas realmente a linha verde do Metrô é a melhor nesse quesito.

Loiras, ruivas, morenas, orientais… Por um momento até perdi o sono, mas como tudo que é bom dura pouco, tive que descer e encarar a Linha Azul. Não que tenha sido um choque, poderia ter sido a Linha Vermelha, aí sim ficaria deprimido. Mas, depois de se sentir um integrante do Olimpo, quando volta ao mundo dos mortais a sensação de vazio é imediata.

Acho que preciso dormir um pouco.