E morreu o presidente mais autêntico da história.

De parada cardíaca (dizem), faleceu o primeiro presidente da Federação Russa, Boris Yeltsin.

O cara, junto com Bill Clinton, foi um dos chefes de estado mais polêmicos, no sentido cômico, que já pisou na face da terra.

Aparecia bêbado e com a cara cheia de vodca em cerimônias importantes, dançava em solenidades quebrando protocolos, passava a mão na mulherada sem se importar com nada, tocava instrumentos das bandas marciais russas e cagava e andava para o que diziam. Pena que foi presidente da nação mais sem noção do planeta.

Foi obrigado a renunciar, por conta dos escândalos de corrupção que os ex-membros da KGB comandavam, assumindo o sem graça e assustador Vladimir Putin, que não tem humor e, ainda por cima, elimina seus inimigos com Polônio 210.

Se Yeltsin fosse brasileiro daria um ótimo presidente e seria amado pelo povo.
Vai deixar saudades.