Texto tardio – era para sair no fim de semana – mas que resolvi postar hoje.

Quando estava descendo para Guarujá, junto com uma amiga quase de infância, conversando sobre amigos em comum ela me contou que a mãe de três outras amigas havia falecido. Fato que me deixou triste, pois gostava da mãe dela. Depois, perguntando sobre como estava cada uma, descubro que uma estava para ser mamãe – se já não era – e as outras estavam praticamente casadas, vivendo com os namoridos, como batizaram.

Até aí tudo bem, mais tarde, um amigão me liga convidando para ir até sua casa, pois vai comemorar seu aniversário e – pasme – o fato de que irá ser pai.

À noite, do mesmo dia, uma vizinha, que fazia anos que não via, aparece no bairro com uma criança, de uns cinco anos, mais ou menos, que a chama de mamãe.

Semana que vem, outra amiga casa e já pediu para confirmar presença, pois quer muito me ver.

Agora, me digam, será que isso tudo não deixa você pensativo, divagando sobre o futuro, já que você está solteiro e já possui amigos que, praticamente, completaram um ciclo, casando, tendo filho, separando e agora, sendo solteiro novamente?

Com esse bombardeio de notícias senti algo que não sei explicar, mas não gostei e cheguei a ficar meio mal.

Se alguém souber o que é, me explica.