Um porre na sexta-feira, depois de uma balada animal. As chaves de casa desaparecidas. Mochila idem.

No sábado, um aniversário de 15 anos, regado a muita Dolly e churrasco. Mesmo assim, toda hora uma garrafa de Antártica, Brahma ou Skol aparecia na minha mão (porra, tenho cara de cachaceiro). Como não estava bebendo, virei garçom dos amigos.

Aliás, nunca vi uma festa de 15 anos com mais homens do que mulheres, com funk, forró e… funk. Falei que faltava valsa e me perguntaram o que era isso.

Como ninguém é de ferro, domingo seria dia de descansar e relaxar para curar o desgaste dos outros dias. Era para a família visitar cedo, se não tivesse se perdido em São Paulo, indo desde a Vila Curuçá passando pelo Parque Ecológico do Tietê e conhecendo a incrível Funilândia (nem eu faço idéia de onde é isso).

Depois de 5 horas rodando pela cidade, chegaram em casa, famintos, e me xingando. Como não havia nada em casa (para variar) comemos na casa do Tio que prepara a comida para gente.

Lá, mais surpresas: descobri que carne de cabrito cozido no leite de coco é uma delícia. Ainda mais com um pouco de molho picante. Incrível foi ver a aceitação das visitas, que são frescas por natureza.

E assim, tranqüilamente, transcorreu meu fim de semana, sendo obrigado a voltar com eles, para não se perderem novamente na noite paulistana.

Agora é descobrir onde foram parar minhas chaves e minha mochila.